Rush, Rush, Baby

E o Rush voltou, com o show da turnê "Time Machine". Foram 8 anos desde que se apresentou no mesmo estádio do Morumbi. Desta vez foram mais 3 horas, contadas também em inúmeros relógios antigos colocados no palco - com direito a meia hora de intervalo. Porque, afinal ninguém é de ferro, e os caras já passaram dos 60!
O Rush segue como vinho, vai melhorando em seus 42 anos de estrada, e o que já era bom melhora ao longo do tempo. Desta feita, o power progressive trio caprichou nos efeitos. O Rush quer,sim, se modernizar.
Primeiro, com um curta-metragem antes, durante e depois do show. Curtas com os próprios músicos interpretando ora a si mesmos, ora a personagens hilários. Muito bom conferir a veia cômica de Geddy Lee, Neil Peart e Alex Liefeson, todos virtuoses em sues respectivos instrumentos. Sempre tão sisudos e concentrados no palco, eles não passam de artistas como a gente!!!
Além disso, a preocupação com a inovação é visível. Explosões de fogos, telão de LED, efeitos mil. E um jogo de luzes executado por aparelhagem de dar inveja à nave-mãe Enterprise.
Vieram algumas canções menos manjadas, e duas delas ainda inéditas, que farão parte do novo álbum - o que pode até ter desagradado velhos fãs de carteirinha. Aqueles mesmos que pagaram R$ 600,00 para ir de Pista Vip. O solo de bateria valeu minha ida!
Segue o line-up:
Primeira Parte:
The Spirit Of Radio
Time Stand Still
Presto
Stick it Out
Workin' Them Angels
Leave That Thing Alone
Faithless
BU2B
Free Will
Marathon
Subdivisions
Segunda Parte:
Tom Sawyer
Red Barchetta
YYZ
Limelight
The Camera Eye
Witch Hunt
Vital Signs
Caravan
MalNar/Drum Solo
Closer to thr Heart
2112 Overture
Far Cry
Bis:
La Villa Strangiato
Working Man

Postar um comentário

0 Comentários