A banda larga de Gil



Fui ver Banda Larga Cordel, o novo show de Gilberto Gil (foto ao lado). Que bom que o ex-ministro da Cultura mostrou que está em grande forma, de palco e vocal.
Mesclou algumas músicas do novo álbum - diferentonas e divertidas,com pitadas de malícia nas letras e até alguma escatologia -, indo do xaxado ao baião, passando pelo forró e com batidas techno. Tudo muito bacana, moderno, cadenciado, dançante. Mas a platéia endinheirada e cansada de trabalho de SP preferiu ver sentada (e sentida). É show para se assistir de pé.
Um dos pontos altos foi a apresentação de Beatles em versão reggae - "listen to the Beatles reggae music", apresentou ele -, além da imperdível "Palco" (que minha amiga Silvia achou que merecia estar no bis). Até poderia ter ficado de fora "No Woman no Cry", mas também teve e foi bem vinda.
Vale destacar o grupo que o acompanha, a competente banda larga, que na verdade vem com tudo em dobro: dois baixos, duas guitarras (incluída a do vocalista), dois conjuntos de percussão; e apenas um teclado. Mas o show é dele, todo de branco!
Pra quem, como eu, já teve o privilégio de ver Gil, então ministro de Estado (foto acima), representando o Brasil em cerimônia internacional (França/2005), é mais uma pra deixar os gringos de queixo caído. Naquele ocasião, ele quebrou todos os protocolos da cerimônia pra pegar um violão e dar duas canjas para um público boquiaberto. Vale dizer: gênio, e sempre em renovação!!

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1 Comentários

Patrick Nasser disse…
seus posts são legais....continue assim!